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Dimensionamento de Amostras
| Quando se realiza uma
investigação científica qualquer envolvendo uma coleta
de dados, instintivamente tem-se a noção de que a maior
quantidade de dados, ou seja, a maior amostra, leva a um
estudo mais preciso e confiável. De fato, sabe-se por
intuição, que uma pesquisa com 1.000 pacientes é
melhor do que um trabalho idêntico com apenas 100
pacientes, e que um terceiro, também idêntico, porém
com 10.000 pacientes, tende a ser melhor ainda do que os
dois primeiros. A questão passa a ser, então, a de como
determinar qual o tamanho mínimo de uma investigação,
de modo a saber se, por exemplo, um estudo com 10
sujeitos já poderia ser satisfatório ou se seria
necessária uma casuística maior. Quando se quer determinar o tamanho mínimo de uma amostra, é preciso considerar um conjunto de princípios de Probabilidade e Estatística junto com as necessidades e preferências de pesquisa. Especificamente, é necessário ponderar os seguintes fatores:
Uma vez que, para um dado estudo, se tenha uma definição quanto ao que se deseja para os cinco fatores acima, existem procedimentos específicos para se calcular o tamanho mínimo da amostra necessária (ou das amostras necessárias). |
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